06/01/2008
Manu Chao - La Despedida
Ya estoy curado, anestesiado
ya me he olvidado de ti
Hoy me despido
de tú ausencia
ya estoy en paz...
Ya no te espero
ya no te llamo
ya no me engano
Hoy te he borrado
de mi paciencia
Hoy fui capaz...
Desde aquel día
en que te fuiste
yo no sabía
que hacer de ti
Ya están domados
mis sentimientos
mejor así...
Hoy me he burlado
de la tristeza
Hoy me he librado
de tu recuerdo
Ya no te extrano
ya me he arrancado
ya estoy en paz...
Ya estoy curado, anestesiado
ya me he olvidado
Ya estoy curado, anestesiado
ya me he olvidado
* Não coloquei a letra toda. Só gosta dela até aqui.
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05/19/2008
For the Guys...
Kate Nash - Dickhead
Why are you being a dickhead for
Stop being a dickhead
Why are you being a dickhead for
You're just fucking up situations
Why are you being a dickhead for
Stop being a dickhead
Why are you being a dickhead for
You're just fucking up situations
Shiny floor, slippery feet
Lights are dim, my eyes can't meet
The reflection that turns my images
Upside down so I can't see
Think you know everything
You really don't know nothing
I wish that you were more intelligent
So you could see that what you are doing
Is so shitty, to me
Thirty five
People couldn't count
On two hands the amount of times you made me stop
Stop and think why are you being such a dickhead for
Stop being a dickhead,
Why are you being a dickhead for
You're just fucking up situations
Why are you being a dickhead for
Stop being a dickhead,
Why you being a dickhead for
You're just fucking up situations
Stop, now don't show
Just have a think before you
Will you, stop, now don't show
Just have a think before you
Will you stop, no don't show
Just have a think before you
Will you stop, don't show
Will you just have a think before you
My brain and my bones don't want to take, this anymore
No my brain and my bones don't want to take, this anymore
No my brain and my bones don't want to take with this anymore
No my brain and my bones don't want to take, this anymore, so
Why are you being a dickhead for
Stop being a dickhead
Why are you being a dickhead for
You're just fucking up situations
Why are you being a dickhead for
Stop being a dickhead
Why you being a dickhead for
You're just fucking up situations
15:00 Posted in homo-sapiens problematicus | Permalink | Comments (0) | Email this
04/25/2008
Farinha para Dor
Ser humano gosta de alimentar sofrimento. E essa música da Kate Nash tem sido a "farinha" para minha dor (ressaltei algumas partes em negrito).
Nicest Thing
All I know is that you're so nice,
You're the nicest thing I've seen.
I wish that we could give it a go,
See if we could be something.
I wish I was your favourite girl,
I wish you thought I was the reason you are in the world.
I wish my smile was your favourite kind of smile,
I wish the way that I dressed was your favourite kind of style.
I wish you couldn't figure me out,
But you always wanna know what I was about.
I wish you'd hold my hand when I was upset,
I wish you'd never forget the look on my face when we first met.
I wish you had a favourite beauty spot that you loved secretly,
'Cos it was on a hidden bit that nobody else could see.
Basically, I wish that you loved me,
I wish that you needed me,
I wish that you knew when I said two sugars, actually I meant three.
I wish that without me your heart would break,
I wish that without me you'd be spending the rest of your nights awake.
I wish that without me you couldn't eat,
I wish I was the last thing on your mind before you went to sleep.
All i know is that you're the nicest thing I've ever seen
And I wish that we could see if we could be something
01:24 Posted in homo-sapiens problematicus | Permalink | Comments (2) | Email this
02/09/2007
O Vazio
Faz tempo que não atualizo o blog. Não sei se é por falta de assunto, de inspiração, ou eu ando menos problemática. O fato é que isso aqui tá devagar...
Hoje eu sentei para ver se saía alguma coisa. Comecei sei-lá-quantos textos e apaguei todos antes de terminá-los. Li quase todo conteúdo do blog, consertei algumas coisas e, no geral, fiquei feliz com os textos. Pensei "não é possível, tem que sair mais alguma coisa dessa cabeça".
Nada.
E mais uma vez pensei o quanto seria injusto com os meus amigos, aqueles que sempre me apoiaram e me incentivaram a escrever, deixar esse espaço sem novidades por tanto tempo. Mas o que eu posso fazer se não sai nada à altura dos meus incentivadores? Exagero? Talvez. Desculpa? Provável. Mas eu juro que tentei.
Por isso, queridos amigos, fico por aqui, com o meu vazio, sem poder oferecer-lhes algo digno.
04:00 Posted in homo-sapiens problematicus | Permalink | Comments (2) | Email this
09/25/2006
O que eu não havia pensado
Confesso ter uma certa dificuldade para expressar detalhes de mim mesma. Qualidades, defeitos, manias...até que minha amiga Ingrid Varella, me colocou na corrente das seis manias. Eu, assim como ela e muitas outras pessoas sensatas, não sou chegada a correntes, ou coisas do tipo. Mas achei válido. Pensei que seria uma boa maneira de refletir sobre aspectos que nunca havia pensado antes. Vamos lá:
1. Roer unha.
O único vício que ainda não consegui me livrar. Tenho esse (mau) hábito desde muito novinha. A diferença é que, hoje em dia, faço com um pouco mais de moderação. Sou ansiosa ao extremo, o que devo fazer? Parei de fumar, estou evitando café, não tomo Prozac...roer as unhas foi o que me restou.
2. Dormir com o pé fora da cama.
Não me lembro quando comecei a fazer isso. Tenho quase 1,80m de altura e, pra não ficar apertada na cama, passei a colocar os pés pra fora. Mesmo em camas maiores, eu me posiciono de forma que meus pezinhos fiquem fora do colchão.
3. Colocar as mãos entre as pernas.
Calma aí, gente, não vão pensar besteira! Também adquiri a tal mania desde cedo. Hoje em dia, faço muito isso enquanto dirijo. Normalmente, quando saio pra trabalhar cedo, tá meio frio. Pra esquentar as mãos, revezo ora uma, ora a outra entre as pernas. Entre as coxas, pra ser mais exata. E não é que funciona?!
4. Guardar papéis.
O meu armário é uma zona. E a maior parte da bagunça é formada sabe pelo quê? Papéis! Dos mais variados tipos, tamanhos, espessuras - e até mesmo importância. Não consigo jogar nada fora. Tenho mais papéis que roupas! Desde material acadêmico, passando por cards, até ingressos de cinema, shows e exposições. É um verdadeiro mundo de celulose!
5. Cheirar lençóis e roupas recém lavadas.
Eu tenho um prazer especial em sentir aquele cheirinho de amaciante. Antes de vestir a roupa, desdobrar o lençol ou usar a toalha, encosto o nariz e inspiro. E olha que eu sou enjoada com cheiros. Mas esse é diferente. Virou mania.
6. Ler e reler textos meus, ou para mim.
Seja no blog, da faculdade, do colégio, de amigos. Quando invento de organizar a papelada amontoada no meu armário, pego folha por folha e releio tudo. Cartas de amigos e antigos namorados, provas da faculdade, textos antigos. Também tenho mania de fazer isso com os textos do meu blog. Numa dessas releituras, sempre acho algo que poderia ter sido escrito melhor, ou que está incorreto. Vou lá e conserto.
Não tenho manias esquisitas ou extravagantes, tenho? Enfim, o mais legal foi pensar sobre o assunto e descobrir uma a uma. Agora, vou em busca de outras. Quem sabe outras seis.
23:00 Posted in homo-sapiens problematicus | Permalink | Comments (3) | Email this
07/24/2006
A hora do adeus
Como saber quando é hora de parar? Parar de tentar, de insistir, de pensar. Existe algum tipo de sinal? Qualquer sino que bata para nos avisar que aquela situação já chegou ao extremo de suas possibilidades?
O que, com certeza, existem são fatos que indicam que chegou a hora de seguir em frente, ou olhar para o outro lado. Por que ignoramos os tais sinais? Pra que forçar algo que não vai trazer nada, além de sofrimento? Precisamos mesmo ir até o fundo, sempre?
Após algumas experiências, creio que muita gente pára na metade do caminho, supondo que já sabe onde ele vai terminar. Até que ponto isso é positivo? E será possível viver uma vida completa, autêntica, medindo cada passo dado e prevendo as conseqüências?
(Pausa para um suspiro, após tantas perguntas).
Vamos às respostas que encontrei.
Alguns fatos podem servir como indicadores de que determinada situação não vai acabar bem. O que não quer dizer que temos de encarar tudo que acontece como um sinal. Sem supertições, por favor!
A vida é assim, sofrimento, felicidade, sofrimento, felicidade. Ninguém padece o tempo todo e, dificilmente, alguém está sempre feliz. E nem por isso viver é um suplício. Faz parte.
Ir até o fundo significa mais do que simplesmente viver. Traz intensidade, sentimento, irracionalidade. Isso não é ruim, desde que seja na dosagem certa. Portanto, nada chegar só até a metade (tudo bem, metade é algo relativo. Mas não digo de uma maneira geral, cada um deve saber quando chega ao seu “meio”).
Viver é um movimento constante. Pensar nisso já é um belo conforto para atravessar fases e mudanças. Nada é permanente. Cada segundo que pensamos, alguma coisa muda dentro de nós. E mudança é fundamental. A estática deixamos com a Física.
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06/05/2006
Fez-se vida
Existem inúmeros provérbios e ditados relacionados à vida. Confesso ser avessa a este tipo de coisa, mas vou citar um, o único que considero coerente: “a única certeza da vida é a morte”. Não é que é verdade?
Nesses últimos tempos tenho refletido sobre tudo. Não sei se isso é bom, parece que cada vez que analiso alguma coisa, percebo que algo não está certo. E no final da análise parece estar TUDO errado. Tudo fora do lugar, sem sentido, sem compasso.
O próximo passo é o desânimo. Ler pra quê? Estudar pra quê? Trabalhar pra quê? Amar pra quê e a quem? Se tudo que eu quero parece estar fora do meu alcance, será que ainda tenho que esticar os braços para alcançar alguma coisa? Melhor acreditar na mediocridade e ficar quietinha. O mais sensato é pensar que está tudo parado, que nada vai acontecer, nada vai melhorar. Cultivar a melancolia é a atividade perfeita...
Enquanto isso o tempo passa. As pessoas passam, junto com os momentos e as fases. Será que estou realmente perdendo alguma coisa? Ou melhor, será que ganho alguma coisa com todo esse pessimismo?
Juro que tenho tentado ver o lado positivo das coisas, mas ele anda tão escuro quanto o negativo. Não estou conseguindo enxergar além da neblina. E não é por falta de ajuda, eu acho. Tenho amigos maravilhosos, pessoas com as quais sei que posso chorar sem parecer ridícula. Aliás, creio que seja um bom momento para me desculpar com eles. Ando tão chata e egoísta pensando nos meus problemas que, provavelmente, algum deles precisou de mim e eu nem percebi. Perdoem-me, por favor. Vocês são essenciais e, se não fosse pelos (bons) conselhos que tenho tentado absorver, não estaria aqui, escrevendo um fim diferente para este texto.
Eu reconheço tudo o que sou, as coisas boas e ruins. E posso dizer, sem falsa modéstia, que tenho mais coisas boas que ruins. Se existem pessoas que não enxergam isso, não sou eu quem está perdendo. Eu sou mais eu e pronto. Aprendi, e não foi ontem, que dar a volta por cima é essencial e especialmente gratificante para o ego. E não é qualquer fato ou pessoa que acaba com a minha autoconfiança, ela é forte e persistente.
Não tenho certeza do futuro. Mas não tenho medo dele.
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04/11/2006
Desilusão X Decepção
Relacionamentos, sejam do vínculo que for, são sempre difíceis em seu fim. Uma amizade que se esfacela, um namoro que esfria, um casamento que não tem mais razão de ser. Porém, creio que há uma diferença não tão sutil entre se desiludir e se decepcionar. Quando se trata de sentimentos, todo cuidado é pouco.
A desilusão é algo mais difícil de se evitar. Se duas pessoas, ou pelo menos uma delas, não preza mais o sentimento da outra, não tem jeito, acabou. Mas não é uma escolha. É difícil sim controlar os sentimentos, simplesmente não optamos a quem vamos dedicar nosso amor. Convenhamos que, se fosse possível, a mulherada não teria tantas experiências ruins com canalhas. E o pior é que elas dizem que gostam...
O fim é sempre doloroso, e a desilusão, inevitável. Você jurava que aquela pessoa seria sua amiga pra sempre, mas o tempo tratou de afastá-la. Desilusão. A paixão que veio avassaladora e esfriou com a mesma intensidade. Desilusão, de novo. E assim nos levantamos e continuamos a caminhar. A desilusão não nos impede de amarmos novamente com intensidade, ou de começarmos uma nova amizade cheios de esperança.
Por que tanta teoria sobre desiludir-se? Porque, pensando no assunto, me dei conta de que há algo muito pior do que um coração partido, como me referi no início do texto. Se sentir enganado, usado, traído...Uma desilusão não causa tudo isso. A palavra responsável por todas as outras que enumerei é decepção.
Muito pior do que um namoro que não deu certo por incompatibilidade de personalidades é um relacionamento que acabou por conta de uma traição. É horrível perceber o quanto você não conhecia a pessoa que estava ao seu lado, quanto tudo aquilo que parecia ser verdadeiro, era uma farsa. Dói. Causa uma certa revolta, alguma raiva. Ninguém quer ouvir que foi usado ou traído.
A decepção causa desconfiança, descrédito. Voltar a entregar os nossos sentimentos à outra pessoa não é tarefa fácil. Acabamos afastando as pessoas, até mesmo aquelas que pareciam legais, verdadeiras. Se bem que...Era isso que você achava do seu último namorado, né? Viu no que deu...
A mágoa fica em forma de cicatriz. O melhor a fazer é seguir em frente, sempre. Pessoas ruins estão em toda parte e, se formos otimistas, podemos pensar que elas também nos ensinam algo. Ao primeiro sinal de caráter duvidoso, afastem-se! É o que irei tentar daqui por diante, sem traumas.
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03/11/2006
Os jogos que as pessoas (pensam que não) jogam
Sempre me achei uma pessoa transparente, sincera, direta. Outro dia, conversando com um amigo, desconstrui tudo que eu achava que era. Disse exatamente o que está escrito na primeira frase deste texto. Logo em seguida, completei: "mas eu sei mentir muito bem!". O que é isso? Enlouqueci? Ou será que, finalmente, fui sincera comigo mesma e criei um enorme paradoxo interno? Serei eu uma "mentirosa sincera"?
Comecei a refletir sobre isso. Afinal, o que realmente sou (não que eu esteja tentando me rotular com apenas uma característica, apenas estou buscando a verdade da minha essência)? Encho a boca para dizer que odeio joguinhos amorosos e que odeio quem os joga. Soa hipócrita depois de tudo que escrevi aqui. E é um tanto cínico, confesso. O que motiva as pessoas a tomar atitudes das quais não têm a verdadeira intenção? Quando começamos a agir desta forma?
Quando eu era mais nova - não que eu seja velha, enfim! - me comportava de maneira diferente, mais autêntica. Não podia suportar a dúvida (o que até hoje é uma tarefa difícil para mim), ou estava afim ou não estava! Era tão direta a ponto de assustar os pobres mocinhos de 15 anos! Com o (pouco) tempo aprendi que não deveria ser bem assim. Percebi que ninguém queria uma pessoa verdadeira. Parecia que "jogar" era muito melhor.
Penso que algumas pessoas jogam porque querem se defender. É isso mesmo. Eu já tive uma série de relacionamentos ruins e aprendi algo com todos eles. De cada relação falida nós levamos algo conosco. Quando nosso coração se parte e se reabilita, sempre fica uma cicatriz. E esta cicatriz representa algo que aprendemos. Alguns vícios, algumas mágoas. E para nos protegermos do próximo relacionamento, quando pensamos que podemos passar por tudo aquilo novamente, nós criamos defesas. Elas vêm em forma de jogos. Não ligo se ele não ligar, não direi que estou com saudades, não vou dar no primeiro encontro. E daí, todas essas atitudes, praticamente automáticas, nos tornam jogadores inconscientes. Eu sou um deles. E quem não é?
Todo meu discurso de sinceridade vai por água abaixo quando paro para analisar racionalmente minhas atitudes. Eu jogo sim. Mas para me defender, para proteger meus sentimentos, para mostrar o melhor de mim e que os defeitos venham um ano depois! Eu jogo porque é mais seguro, porque eu já me machuquei demais e como doeu! Não posso me condenar por algo que, em se tratando de relacionamentos, é inevitável.
Para não dizer que não há momentos de sinceridade, exponho mais uma característica de minha imperfeita personalidade: sou impulsiva. Quer momento mais sincero que este? O arrependimento que bate logo depois do ato impensado também é sincero. Eu me considero uma pessoa transparente, porém cuidadosa. Ninguém pode ser considerado mau por querer o melhor para si. Ninguém deve condenar os jogos que as pessoas jogam porque no fim, todos fazemos parte deles.
19:35 Posted in homo-sapiens problematicus | Permalink | Comments (5) | Email this

